As atividades deste sábado (20/01) do Projeto Frevo na
Praça no bairro do Hipódromo, tiveram a visita de uma equipe de reportagem da
TV Globo Nordeste para cobrir as ações comandadas pelos professores dos
Guerreiros do Passo no local. Esse é mais um registro importante para a
história do grupo dentre tantos outros já realizados em 12 anos de trajetória.
A repórter Beatriz Castro presenciou um sábado ensolarado regado a muito frevo
e animação. Veja algumas
imagens do dia.
NAS AULAS DOS GUERREIROS A GRANDE ESTRELA É O FREVO!
Veja algumas imagens e tire suas próprias conclusões.
UNIÃO ENTRE PASSISTAS, É POSSÍVEL?
OPINIÃO. Fala-se muito da necessidade de ver um dia a tão esperada união entre os passistas de frevo.
A FORÇA DA CAMISA AZUL
Nas aulas do Projeto Frevo na Praça, já foi possível observar que os professores dos Guerreiros do Passo, utilizam nos seus encontros semanais no bairro do Hipódromo...
MAX LEVAY REGISTRA OS GUERREIROS DO PASSO
O pernambucano Max Levay, profissional de reconhecido talento da arte da fotografia, fez um bonito registro dos Guerreiros do Passo no último mês de março. O artista produziu...
FOCO NO APRENDIZADO
Hoje em dia a busca por um melhor condicionamento na arte desenvolvida pelos famosos passistas de frevo, tem levado alguns praticantes a sair por ai pulando de aula em aula...
Mais um grande público
Alegria do povo é invadir a praça e cair no
frevo com os Guerreiros do Passo. E nesta quarta, 17 de janeiro, não foi
diferente. Uma invasão colorida e feliz em nome do ritmo maior de Pernambuco. Veja algumas imagens.
Globo Nordeste produz reportagem com os Guerreiros do Passo
Grupo Guerreiros do Passo participou na manhã da
segunda-feira (15/01), das filmagens sobre matéria que será veiculada na
programação de carnaval da Globo Nordeste e da rede nacional da emissora. As
gravações aconteceram na cidade histórica de Olinda, e contou exclusivamente
com os passistas do grupo devidamente paramentados e inspirados no ritmo maior
de Pernambuco. Veja algumas fotos dos bastidores.
Cantor André Rio grava clipe com os Guerreiros do Passo
A sede
do calunga mais famoso e amado do carnaval pernambucano foi o cenário para as
filmagens do novo clipe do cantor e compositor André Rio, realizado nesta
quarta (10/01) em Olinda. Para este carnaval o artista compôs um frevo em homenagem
ao Homem da Meia-Noite, e as gravações contou com a presença do Calunga e da
equipe completa dos passistas do Guerreiros do Passo, que este ano, passa por
renovação do seu elenco de dançarinos.
O
convite ao grupo para participar da gravação foi feito pelo próprio cantor, e o
clipe vai ser veiculado nos próximos dias. O público vai puder conhecer o novo
trabalho do artista, que pretende agitar os foliões e apaixonados pelo Homem
mais admirado do carnaval. OBRIGADO André Rio e a todos que fazem o Homem da Meia-Noite.
Evoé!!!
Grupo Guerreiros do Passo vai invadir Olinda esta semana
Nossa
participação começa nessa terça (09/01) no cortejo de entrega do figurino do
Homem da Meia-Noite, saindo do Largo do Guadalupe às 18:30, com a presença da
Orquestra do Maestro Carlos, estandartes, Bonecos Gigantes e o Bloco da
Saudade. O cortejo chegará na sede do Calunga no Bonsucesso para fazer a
entrega da indumentária que só será revelada no sábado de carnaval.
A FESTA VAI COMEÇAR!
Os
Guerreiros do Passo dão início neste sábado, dia 06 de janeiro, as atividades
de 2018 do Projeto Frevo na Praça. O grupo volta aos trabalhos com força
máxima, e avisa aos foliões que as aulas de quarta-feira também estão de volta.
Venha se preparar para o carnaval junto dessa turma animada e talentosa do
frevo. Todos estão convidados.
Serviço:
Projeto Frevo na Praça
Projeto Frevo na Praça
Sábados
às 15 horas.
Quartas
às 19 horas.
Local:
Praça Tertuliano Feitosa, Hipódromo – Recife
Guerreiros realizaram seu último encontro de 2017 do Projeto Frevo na Praça
Encerramos mais um ciclo de atividades com a
dança do frevo neste sábado (16/12). Mesmo com dificuldades, o ano foi
produtivo e de muitas realizações e conquistas para o grupo. Agradecemos à todos que
estiveram conosco nessa jornada árdua, porém, não menos prazerosa, e dizer
ainda que vamos enfrentar um 2018 como sempre enfrentamos os anteriores: com
garra, amor, dedicação e resistência. Sigamos... Evoé!!
Grupo Guerreiros do Passo recebe troféu Gigante Cultural
Uma
noite emocionante dedicada a homenagear artistas e personalidades que fazem o
carnaval pernambucano.
O Clube de Alegoria e Crítica Homem da Meia-Noite realizou na noite
dessa última quinta-feira (14/12), a entrega do troféu Gigante Cultural. Premiação
prestada a artistas e instituições que têm entre suas atribuições, a forte
ligação com os valores sociais e culturais da nossa terra. O evento de entrega do troféu
aconteceu no auditório do Colégio São Bento em Olinda, e contou com a presença
de diversas personalidades do meio artístico e da imprensa. Os Guerreiros do
Passo tiveram a honra de ser um dos homenageados da noite, e os passistas puderam
sentir mais uma vez a admiração do público por toda a sua atuação com a dança
do frevo. O grupo foi euforicamente aplaudido pela sua exibição, e todos
ficaram extasiados pela comovente apresentação de um trecho do espetáculo O Frevo, trabalho que remonta aspectos
tradicionais do ritmo.
Os Guerreiros a partir
de agora passam a fazer parte da história do Homem da Meia-Noite que no próximo
carnaval completará 86 anos de muita tradição. Lembrando que em 2018, os
Guerreiros farão parte do desfile do calunga e levará toda a sua arte para
carnaval olindense. Agradecemos aos que fazem o Homem da Meia-Noite,
especialmente ao seu presidente Luiz Adolpho e toda a sua diretoria.
OBRIGADO! Evoé!
Guerreiros do Passo será uma das atrações do carnaval 2018 do Homem da Meia-Noite
A participação do grupo foi anunciada na manhã
dessa quinta-feira (26/10) na coletiva de imprensa realizada na sede do Clube
Olindense.
Os
Guerreiros do Passo continuam fazendo história na dança do frevo, e nos seus
quase 13 anos de fundação recebeu a honrosa missão de fazer parte do desfile oficial
do Clube de Alegoria e Crítica Homem da
Meia-Noite no carnaval que se aproxima. O anúncio da participação do grupo
foi feito na manhã dessa quinta-feira, 26 de OUTUBRO, na coletiva de imprensa
realizada na sede da agremiação na cidade histórica de Olinda. Toda a diretoria
do Homem da Meia-Noite e o seu presidente Luiz Adolpho salientou a importância
do convite feito aos Guerreiros, e do compromisso do Clube em valorizar as
instituições relevantes do frevo pernambucano.
Mestres do frevo com curso supletivo
OPINIÃO
Nunca devemos esmorecer na defesa daquilo que acreditamos e nem deixar que "interesses menores" desvirtuem os propósitos éticos e basilares da nossa atuação na cultura popular. Fundamentado nisso, vez ou outra volto a compartilhar um texto de minha autoria que versa sobre a intenção de alguns visionários do passo em querer transformar superficialmente meros instrutores de dança em “mestres” do frevo. Já menciono este assunto nas redes sociais há mais de cinco anos, e o tema sempre volta à tona pela intercedência dos seus maiores interessados.
Nunca devemos esmorecer na defesa daquilo que acreditamos e nem deixar que "interesses menores" desvirtuem os propósitos éticos e basilares da nossa atuação na cultura popular. Fundamentado nisso, vez ou outra volto a compartilhar um texto de minha autoria que versa sobre a intenção de alguns visionários do passo em querer transformar superficialmente meros instrutores de dança em “mestres” do frevo. Já menciono este assunto nas redes sociais há mais de cinco anos, e o tema sempre volta à tona pela intercedência dos seus maiores interessados.
Quem
de fato pode ser chamado atualmente de "mestre" na cultura popular? Qual
o grau de representatividade que deve conter essa expressão nos dias de hoje? Claro,
hoje em dia, o negócio está tão banal que podemos apelidar qualquer pessoa de
qualquer coisa e até daquilo que ela não é. Muita gente acredita e entra na
onda.
Quem
tem a estrutura profissional e merecedora para carregar tal denominação? Os
professores de oficinas de dança? Os que têm mais 40 anos de idade? Os que dão
aulas há mais de 10 anos nos seus grupos? Ou aqueles que por algum tempo
subiram e desceram as ladeiras nos carnavais de Olinda e Recife? Mestre, só por
isso?
Se a
maestria for concedida a indivíduos de qualidades tão genéricas, não teríamos apenas
um mestre em cada esquina, como relato no artigo citado anteriormente (e que está disponível aqui), mas, dezenas, centenas
e até milhares. Na prática, qual grande contribuição será proporcionada ao
frevo com este ato? Quem vai ganhar com isso? Ah, já sei, o negócio é ganhar, e
que se dane o frevo.
Desconfio
do que está por trás dessa bobagem. Na verdade, muita vaidade está em jogo. Ou
quem sabe ainda, a intenção seja a de melhorar o currículo, possibilitando uma
guinada nas finanças, ou até mesmo, de tornar-se uma
celebridade entre os seus colegas.
Só
falta agora criar o Curso Supletivo de Mestres do Frevo. Uma graduação que pode
ser oferecida em tempo recorde e com pouca ou nenhuma experiencia no ramo. Vão ser
fabricados mestres em grande escala como robôs montados numa indústria. O procedimento
pode encurtar o caminho para ajudar a alcançar a tão sonhada visibilidade artística.
E observem
que existem pessoas ambiciosas que até se aproveitam para obter status de importância apenas participando
de algumas oficinas de dança, imagine agora com o CURSO SUPLETIVO DE
MESTRES. Seria uma grande oportunidade pra eles.
Suspeito
daqueles que forjam seus nomes em meio a tanta insignificância e carência cultural.
E isso, muitas vezes, se aproveitando da opinião frágil e completamente ausente de uma comunidade
artística indiferente às intenções de "inovadores" interesseiros.
E por
favor, sem essa de promessa de benefícios para os passistas e da conquista de
mais espaço profissional para a classe. Puro engodo.
A
observância para referendar um verdadeiro mestre da cultura popular deveria ser
pautada pela trajetória de resistência e luta em favor do passo, com atuações e pensamentos voltados especialmente para a
valorização do ritmo, e não por interesses pessoais. Tendo o aspirante ao
título, uma atuação marcada notadamente pelo talento inquestionável e pelas ações
significativas na formação de passistas, discípulos, multiplicadores, na
criação de técnicas, metodologias, na influência de outros profissionais e do estímulo
na formação de grupos, escolas e projetos de dança durante uma vida inteira.
Alguém
pode dizer: "Ahh deixa isso pra lá, dá muito trabalho fazer todas essas
coisas. Hoje não é como antigamente, estamos na era digital e das celebridades
vazias e instantâneas. É preciso acelerar esse processo porque o mundo está
girando cada vez mais rápido e necessitamos nos destacar diante dos nossos iguais.
”
Talvez
alguém possa dizer ainda: “Vamos fazer o seguinte, já que enfrentamos a
relutância de alguns bobões de plantão, começaremos a chamar os nossos colegas
de "mestres", e eles, retribuirão chamando-nos igualmente como tal.
Com isso, veremos que em pouco tempo o povo vai acabar aceitando os novos
mestres pela desesperada insistência. Quem sabe os nossos amigos da imprensa, possam
também, começar a propagar a transloucada metamorfose cultural, publicando
reportagens sobre o curso de SUPLETIVO DE MESTRES. Aí estaremos feitos e
consagrados. E aqueles que ficaram reclamando e metendo o pau, vão permanecer
nas suas vidinhas sem graça e sem sal, defendendo o passado, sem dinheiro, e
exaltando apenas um Mestre maior. Enquanto isso, vamos nos beneficiar extraindo
o máximo possível do título, passando por cima daqueles que não tiveram o
direito da “merecida homenagem”, e cobrando um cachê mais alto pelas aulas,
oficinas e apresentações. “Me diga quem vai duvidar da gente? Quem, hoje, ao se
iniciar no passo sabe ou tem
interesse de saber quem é, ou não, um mestre do frevo? Todo professor é um
mestre certo? ” Errado!
Que
prejuízo terão as legitimas representações icônicas da cultura tradicional com
esse ato de nivelar por baixo o valor dos mestres populares? E volto a
salientar, isso tudo acontece em detrimento àquilo que alguns mais desejam: notoriedade
e dinheiro.
Eles podem
até dizer também: “Somos artistas consagrados! Ministramos aulas há anos na
cidade e quem é doido de contestar?! ” Quem é fulano ou ciclano para propor o
contrário e querer mandar no carnaval de Pernambuco? ”
Cabe a
mim questionar... E a história do frevo? A ética profissional? A identidade
cultural? O Legado dos verdadeiros mestres? A Memória do povo? Tudo isso será
jogado no lixo?
“Ahhh
meu bem, isso é coisa ultrapassada.... De agora em diante seremos lembrados para
a eternidade como os autênticos propagadores da modernidade do frevo, enquanto
os defensores do passado, serão taxados como os eternos chatos e contestadores
da história do ritmo. ”
Pois bem, sugiro a leitura atenta do texto “Um mestre em cada esquina” e proponho que continuemos o debate mesmo discordando do autor. Porém, não podemos aceitar a implantação de tamanha sandice e nem vamos deixar o assunto esmorecer. A luta só está começando...





























































