NAS AULAS DOS GUERREIROS A GRANDE ESTRELA É O FREVO!

Veja algumas imagens e tire suas próprias conclusões.

UNIÃO ENTRE PASSISTAS, É POSSÍVEL?

OPINIÃO. Fala-se muito da necessidade de ver um dia a tão esperada união entre os passistas de frevo.

A FORÇA DA CAMISA AZUL

Nas aulas do Projeto Frevo na Praça, já foi possível observar que os professores dos Guerreiros do Passo, utilizam nos seus encontros semanais no bairro do Hipódromo...

MAX LEVAY REGISTRA OS GUERREIROS DO PASSO

O pernambucano Max Levay, profissional de reconhecido talento da arte da fotografia, fez um bonito registro dos Guerreiros do Passo no último mês de março. O artista produziu...

FOCO NO APRENDIZADO

Hoje em dia a busca por um melhor condicionamento na arte desenvolvida pelos famosos passistas de frevo, tem levado alguns praticantes a sair por ai pulando de aula em aula...

News - Guerreiros pretendem retornar às atividades abertas ao público ainda este ano/ Este site vai entrar em manutenção.

Primeira execução do Frevo em homenagem aos Guerreiros do Passo

Finalmente disponibilizamos aqui a primeira audição do frevo de rua em homenagem ao grupo Guerreiros do Passo.
Foi lançado recentemente na cidade, o mais novo frevo de rua do Recife. A belíssima composição de autoria de Geraldo Silva, e arranjos do saudoso Edson Cunha, o frevo Guerreiros do Passo reúne simbolicamente em seus acordes toda a trajetória artística do grupo, e na sua esplêndida construção melódica, a notável caracterização sentimental que envolve o espírito cultural dos Guerreiros.

O frevo, segundo o autor, é um tributo aos dançarinos do grupo, que assinalam sempre nas suas apresentações, "o resgate do verdadeiro carnaval de Pernambuco”. A composição instrumental já tinha sido criada há alguns meses, mas, foi devidamente guardada para ser entregue no momento propício. Em seguida, a música foi oferecida ao Maestro Oséas para a sua execução no dia 31 de outubro de 2014. Uma maravilha! Para nós que fazemos parte da troça O Indecente e do grupo Guerreiros do Passo, ficamos imensamente orgulhosos por receber a célebre homenagem do amigo Geraldo Silva.

Geraldo é um compositor da atual da safra de bons compositores carnavalescos do Recife, inclusive, com inúmeros frevos gravados. Ele compôs anteriormente duas outras obras em alusão ao trabalho dos Guerreiros, ambas já gravadas em CD, são elas: Indecente, de 2009, em homenagem a Troça Carnavalesca Mista O Indecente e Dona Lucélia, de 2010, dedicada à personagem que a professora e passista Lucélia Albuquerque desenvolve no grupo. E agora, o mais recente intitulado Guerreiros do Passo. A gravação do vídeo foi realizada no Grêmio Musical Henrique Dias, em Olinda. A Orquestra do Maestro Oséas, como sempre acontece, foi a responsável pela execução primeira da música. De agora em diante, o frevo será integrado ao acervo da Troça O Indecente, e no próximo carnaval de 2015, a composição fará parte do repertório musical da agremiação no seu desfile pelas ruas do bairro do Hipódromo. Agora, aprecie o vídeo abaixo com o mais novo frevo, GUERREIROS DO PASSO.

Ações do Laboratório do Passo integraram dois finais de semana de atividades no bairro do Hipódromo

Nos sábados 22 e 29, e nos domingos 23 e 30 de novembro o Laboratório do Passo aconteceu com ações no bairro do Hipódromo.
Os Guerreiros do Passo apresentam o resultado de mais uma etapa de suas pesquisas realizadas com o Laboratório do Passo, projeto incentivado pelo Governo do Estado através do FUNCULTURA, que acontece mensalmente no bairro do Hipódromo, Recife. Dois finais de semana com atividades de pesquisas e capacitação em conserto e montagem de sombrinhas de frevo. Disponibilizamos a partir de agora, o relatório final dos trabalhos dessa fase do projeto que culminou no passo do Cortando Jaca. 
Sobre o movimento do Cortando Jaca ou Corta-Jaca, os estudos conseguiram uma verdadeira preciosidade em termos de dança do frevo. Inteiramente desconhecido pelos dançarinos na atualidade, o passo significou um achado histórico. Intrigante o fato de que mesmo existindo algumas referências bibliográficas, não foi possível identificar os motivos pelos quais o movimento tornou-se completamente desconhecido pelos foliões de hoje. Além das citações encontradas em livros e na internet, os Guerreiros se valeram também das imagens de um filme produzido na década de 1952, que dentre suas cenas, exibe num trecho, personagens dançarinos desenvolvendo o ritmo do frevo, onde podemos identificar o aludido movimento. O filme deu a possibilidade de arrematar os estudos com relação ao movimento em questão, fechando um quebra-cabeça delicado que apresentou uma jóia em formato de passo, integrado agora ao vasto repertório coreográfico do frevo. Em muitas referências observamos que o termo Corta-Jaca é análogo a outros movimentos e passos existentes em ritmos brasileiros, como o samba e o maxixe, por exemplo. Ora ele é apresentado como uma dança, ora como um movimento específico e isolado existente dentro de uma dança.

De acordo com o Dicionário da MPB, em link disponibilizado na internet, o passo denominado Corta-Jaca ou Cortando Jaca é uma,
Dança brasileira para se dançar só, que tem como característica os movimentos dos pés sempre muito juntos e a não flexão dos joelhos. Os movimentos de pés dão a impressão de uma faca cortando uma jaca. Apesar de parecer estar deslizando, pode-se perceber o sapateado, que costuma marcar a melodia juntamente com o ponteio das violas. Exige destreza do dançarino por ser de andamento rápido. Os braços do dançarino não têm uma função específica no corta-jaca, ajudando apenas a manter o equilíbrio de quem está dançando. É dança toda baseada no movimento dos pés.

O livro Cantata para o Brasil e Psicologia do Brasileiro de Jacob Pinheiro e Ricardo Paes Barreto, define o passo como “uma dança ginástica, sapateada, individual como os frevos do Recife”, corroborando com a ideia de que o passo é realizado de forma energética e rápida. Segundo o Dicionário do Frevo, “o passista pula, abrindo e fechando as pernas, enquanto acompanha o ritmo da música executada pela fanfarra”, essa referência leva a entender que o movimento sai do chão, porém, não encontramos nos registros visuais algo semelhante, podendo-se configurar ou como uma variante do passo, ou mesmo a interpretação dada pelo autor que o descreveu. Porém, foi na descrição do Dicionário das Manifestações Folclóricas de Pernambuco, de Yaracylda Farias Coimet, que começamos a nos aproximar da execução do movimento. Nesta obra, a autora menciona que o Cortando Jaca, assemelha-se a um movimento da dança clássica. Segundo ela, o Cortando Jaca é um “Passo do frevo que parece com o da dança clássica, “chassé”, o que sugere o vai-e-vem do cortar jaca (o fruto) com os pés”.

Na Dança Clássica a definição do “chassé”, diz que “é um passo no qual um pé lateralmente caça o outro para fora da sua posição”. Em outra definição, o chassé é descrito como “um passo deslizado. A perna desliza para fora; colocando o peso na perna de trabalho e tirando a outra perna para andar junto a ele. Um pé literalmente persegue o outro em um gracioso lateralmente galope como passo”. Nas pesquisas em vídeo na internet, conseguimos as pistas para montar o Cortando Jaca. Descobrimos que o chassé é o deslocamento de uma posição para a outra na dança clássica, e que o movimento é remetido ao “vai-e-vem do cortar a jaca com os pés”, fazia menção a um movimento parecido com a 3ª posição do balé.

Mas foi a partir do filme O Canto do Mar, direção de Alberto Cavalcanti, produção de 1952, com duração de 01h23m58s, é que chegamos mais próximo de identificar o movimento. O filme exibe a partir dos 17m30s, o trecho alusivo ao passo em questão. Com a devida atenção, observa-se no final da cena, ao lado direito da tela, um personagem executando o Cortando Jaca. Este filme está disponível na internet, no site do Youtube.

A partir de então, diante das descrições acima e em consenso com a equipe de trabalho da pesquisa, assim como nos exercícios de experimentação e análises realizados com os dados encontrados, concluímos que o Cortando Jaca ou Corta-Jaca, é um movimento onde o passista utiliza os dois pés em paralelo no chão e, se apoiando no metatarso, põe os pés virados para fora, um na frente do outro, o calcanhar do pé da frente fica na metade do pé de trás, chegando bem próximo ao que seria a 3ª posição do balé, depois é só ir alternando ora o direito, ora o esquerdo à frente. Os braços são colocados à frente em paralelo ao chão e utilizados como ajuda para a suspensão do corpo e os ombros cumprem a função de auxiliar com a cadência do passo. Esse é o desenho do movimento, onde o seu grau de dificuldade está mais na coordenação motora do passista, do que na força ou explosão corporais.
Identificamos também que o Cortando Jaca ou Corta-Jaca é um movimento acelerado, lembrando a cadência do passo Patinando no Gelo, Pisando em Brasa ou ferrolho-ferrolhando, por exemplo, cabendo ao passista incorporá-lo nos andamentos mais céleres da música, podendo também compassá-lo um pouco mais, aí fica a critério do passista no seu diálogo com o frevo.

Percebemos ainda que alguns princípios do passo Cortando Jaca ou Corta-Jaca se assemelham a alguns movimentos do Cavalo-Marinho, principalmente a um dos passos da figura da “Velha” ou do “Capitão”, justamente pelas relações entre o deslizar dos pés em diálogo com joelhos e as sucessivas trocas e cruzamentos. Vamos encontrar igualmente danças urbanas modernas com movimentos bastante análogos ao passo em questão, mas sem nenhuma identificação de hibridismo consciente dos seus autores. 

Em outra sequência da pesquisa, o movimento foi trabalhado tendo em vista as possíveis aproximações com outros movimentos do frevo, ou seja, sua família. Dessa forma, identificamos o mesmo dentro da Família dos Cruzados, e estudamos os passos que pedem, possibilitam ou estimulam sua execução.

Dado o grau de complexidade e possibilidades que o Cortando Jaca exige, o passo, assim como os outros pesquisados pela equipe de professores do grupo, serão constantemente objeto de estudo e execução nos Laboratórios posteriores e nas aulas do Projeto Frevo na Praça. Finalizamos mais uma fase do projeto, e neste etapa agradecemos a professora Lucélia Albuquerque que foi fundamental nos estudos de corpo, concedendo seu talento para a realização do Cortando Jaca, e também, ao pesquisador e compositor Samuel Valente, que nos auxiliou na pesquisa disponibilizando um livro do seu acervo.
Encerrando as atividades deste mês, registramos igualmente as Oficinas de Conserto de Sombrinhas de Frevo, realizada na sede do grupo, na Rua Francisco Berenguer, 60, no mesmo bairro do Hipódromo. Professores e participantes da Praça fizeram a manutenção do material de aula do grupo, se capacitaram no oficio e ainda ajudaram a preservar a natureza, evitando que objetos plásticos e metais pudessem ser jogados no meio ambiente.


Sobre o Encontro de Pesquisadores do Frevo

Boas discussões e interessantes debates aconteceram no 1º Encontro de Pesquisadores do Frevo, organizado pelo Museu Paço do Frevo e que se encerrou nesta sexta-feira (28/11/14). O evento homenageou o pesquisador e carnavalesco Zado Cabral que faleceu no mês de junho deste ano. Grande figura do frevo e que merece todos os nossos gestos de respeito e saudação.
Três dias produtivos levantando questionamentos e difundindo saberes do ritmo maior de Pernambuco. O Paço está de parabéns! Um aspecto negativo no meu entender, foi não ver tantos passistas participando do evento. Fica difícil estabelecer uma relação de respeito da classe com o afastamento dos seus integrantes de encontros que visam especialmente, e entre outras coisas, a sua valorização como ser profissional e artístico do frevo. De qualquer forma, ofereço meus cumprimentos aos que se fizeram presente.

A abertura com Antonio Nóbrega no dia 26, entusiasmou bastante. A fala dele sobre a dança do Frevo (passo) motivou amplas reflexões acerca do assunto. A intenção desnecessária de querer inserir movimentos do balé clássico no passo, sem uma argumentação plausível e a mecanização da exibição dos dançarinos quando estão em atuação, foram um dos pontos fortes de sua fala. Temas que coincidem com os questionamentos que tradicionalmente fazemos no site dos Guerreiros do Passo e em conversas pós-aula no projeto desenvolvido pelo grupo na Praça do Hipódromo.
Minha participação como conferencista se deu nesta sexta e foi sobre os Guerreiros, sua história, atividades, abordando as ações e princípios norteadores do trabalho do grupo, o Método Nascimento do Passo, parcerias e ações propositivas para sua manutenção. Sai do encontro contente e exultante por outras oportunidades. Evoé!

Eduardo Araújo

Cortando Jaca e Oficina de conserto de sombrinhas fizeram parte das atividades do Laboratório do Passo

Um final de semana dedicado a valorização do frevo e do passo pernambucanos. 
No sábado, dia 22/11 na Praça do Hipódromo, os Guerreiros reeditaram mais um Laboratório do Passo, e com ele, ações em dose dupla. No sábado, a estrela do encontro foi o passo do Cortando Jaca, um verdadeiro achado coreográfico que encantou os participantes no local. Sua execução requer grande habilidade e coordenação motora, porém, é de fácil assimilação. No domingo, dia 23/11, o grupo realizou a Oficina de Conserto e Montagem de Sombrinhas de Frevo. Os trabalhos aconteceram na sede do grupo, também no bairro do Hipódromo. Com relação ao Cortando Jaca, pela grande admiração percebida por parte dos participantes acerca de sua execução, foi decidido que o Laboratório voltará a acontecer no próximo final de semana com os mesmos exercícios propostos e repetindo as ações em dois dias seguidos.

Fica assim... No próximo sábado, 29/11, o Laboratório acontece com a exibição do passo pesquisado, e no domingo, dia 30 /11, a Oficina de Conserto de Sombrinhas ocorrerá novamente na sede do grupo. Ao final dos trabalhos, publicaremos um relatório detalhado sobre o Contando Jaca, com vídeos e fotos, e os registros das Oficinas de Conserto de Sombrinhas de Frevo. Por enquanto, aprecie algumas imagens do último final de semana dos Guerreiros e o seu Laboratório do Passo. O FUNCULTURA incentiva este projeto.

Guerreiros abrem o Festival Canavial

Duas noites com muito frevo e passo na Praça da Catedral, Nazaré da Mata/PE. O grupo Guerreiros do Passo, juntamente com as Orquestras Revoltosa e Capa Bode, levaram animação ao público do Festival Canavial 2014.

Guerreiros do Passo pegam a estrada neste final de semana para participar em dose dupla no FESTIVAL CANAVIAL

Encontros especiais do frevo estão programados para acontecer neste final de semana na cidade de Nazaré da Mata, interior do estado, com os Guerreiros do Passo. Os passistas do grupo subirão ao palco para realizar duas apresentações no Festival Canavial, evento que acontece há oito edições na região e que engloba atrações artísticas locais e nacionais. Nas duas participações do grupo, a oportunidade para encontros históricos com a música instrumental pernambucana. O grupo dividirá o mesmo espaço com a tradição de fanfarras centenárias, como: a Sociedade Musical Euterpina Juvenil Nazarena, mais conhecida como Banda Capa Bode, fundada em 1º de janeiro de 1888; e a Sociedade Musical 05 de Novembro, a popular Banda Revoltosa, fundada em 1905. Nos dias 14 e 15 de novembro, os Guerreiros do Passo entram em cena a partir das 21 horas, numa estrutura montada na Praça da Catedral, Nazaré da Mata – PE.

Não é a primeira vez que os Guerreiros participam do Festival Canavial. Em 2007, os passistas integraram uma das datas do evento daquele ano. Desta vez, o convite foi para apresentar o trabalho durante dois dias, e os organizadores esperam que os passistas voltem a impressionar e emocionar o público com sua atuação.

Em 2014, o Festival Canavial acontece nos municípios de Limoeiro, Buenos Aires, Nazaré da Mata, Olinda e Vicência. O Movimento Canavial surgiu em 2006, com a proposta de integrar a  Zona da Mata Norte através de vários projetos culturais. De Goiana a Nazaré da Mata são vários Produtores Culturais, Associações, Pontos de Cultura, empresas, Artistas, Mestres, rádios comunitárias, antigos Engenhos e grupos Culturais engajados e que mudaram a realidade da região. O Festival Canavial e o Pontão de Cultura Canavial são a expressão maior dessa grande rede cultural do Estado de Pernambuco. Para ficar por dentro de toda a programação do evento, é só acessar o site do Festival.

Serviço:
Festival Canavial 2014
Praça da Catedral, Nazaré da Mata – PE.

- 14 de novembro
21h – Banda Revoltosa e Guerreiros do Passo

- 15 de novembro
21h – Banda Capa Bode e Guerreiros do Passo

A praça é de todos!

Neste sábado (08/11), os Guerreiros do Passo receberam no seu espaço de atividades no bairro do Hipódromo, a visita de estudantes do curso de Dança da Universidade Federal de Pernambuco, que vieram para o Projeto Frevo na Praça com a intenção de estreitar os laços com o autêntico e espontâneo frevo de rua. Na ocasião, o corpo discente foi acompanhado pela professora Maria Acselrad.
O encontro foi o momento para vivências e exposições sobre o trabalho do grupo e de análises acerca da metodologia do Mestre Nascimento do Passo. O momento possibilitou também, uma breve demonstração de alguns movimentos pesquisados no Laboratório do Passo, projeto desenvolvido pelos Guerreiros durante as aulas na Praça. Os estudantes caíram no passo e no final dos trabalhos fizeram parte da famosa roda de passistas. Veja algumas imagens.

Encontro no Recife debate o frevo e abre inscrições para roda de diálogos

Propostas devem estar relacionadas aos saberes do frevo e experiências. Evento ocorre de 26 a 28 de novembro e conta com Antônio Nóbrega.
Do g1.globo.com/pernambuco
Um encontro no Recife vai debater o frevo, sua importância e complexidade ao longo do tempo. O evento, que vai reunir pesquisadores e profissionais de diversas áreas ligadas ao ritmo pernambucano, está com inscrições abertas para propostas de comunicação dos que quiserem integrar a programação da Roda de Diálogos. Entre os convidados do encontro está o multiartista Antônio Carlos Nóbrega.
O 1º Encontro de Pesquisadores do Frevo: Estimulando Diálogos e Articulando Saberes ocorre entre 26 a 28 de novembro, no Paço do Frevo, no Bairro do Recife, e busca fomentar a valorização de memórias, a sistematização de conhecimentos e a proposição de alternativas para preservar o frevo.

Ainda participam do encontro o músico e pesquisador César Berton, o etnomusicólogo e professor da UFPE Carlos Sandroni; a bailarina e pesquisadora do grupo Arte e Folia (PE) Marcela Rabelo, além do antropólogo e professor da Universidade Federal do Pará (UFPA) Hugo Menezes; o antropólogo do Iphan George Bessoni, e o pesquisador do grupo Guerreiros do Passo, Eduardo Araújo.

Interessados em participar da roda de diálogos, que tem como tema ‘O frevo e seus campos: saberes, pesquisas e experiências’, devem entregar até 7 de novembro a proposta em formato de registro audiovisual (som e imagem) gravado em CD ou DVD com duração de 5 a 10 minutos contendo o tema e o resumo da proposta; resumo escrito à mão, contendo título de até três linhas e síntese da comunicação em até duas páginas; resumo digitado em Word, impresso ou em meio digital, contendo título de até 200 caracteres e uma síntese da comunicação em até 2.800 caracteres com espaços; ou resumo encaminhado por meio do formulário eletrônico no ato de inscrição, através da internet.

O resultado das propostas deve ser divulgado até 14 de novembro. Estão abertas também as inscrições para ouvintes no encontro. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pela internet ou presencialmente, no Centro de Documentação e Memória Maestro Guerra-Peixe, no térreo do Paço do Frevo, de terça a sexta, das 9h às 12h e das 13h às 17h30.

Serviço
1º Encontro de Pesquisadores do Frevo: Estimulando Diálogos e Articulando Saberes
De 26 a 28 de novembro
Paço do Frevo - Praça do Arsenal, Bairro do Recife
Inscrições gratuitas no site www.pacodofrevo.org.br ou, presencialmente, no Centro de Documentação e Memória Maestro Guerra-Peixe, localizado no térreo do Paço do Frevo.