Momentos pra lá de animados são as noites de quarta-feira no bairro do Hipódromo. Parece mais carnaval de tanta energia boa que emanava dos participantes. Os Guerreiros do Passo fazem ferver o piso da praça, levando ao delírio os entusiastas do passo recifense.
NAS AULAS DOS GUERREIROS A GRANDE ESTRELA É O FREVO!
Veja algumas imagens e tire suas próprias conclusões.
UNIÃO ENTRE PASSISTAS, É POSSÍVEL?
OPINIÃO. Fala-se muito da necessidade de ver um dia a tão esperada união entre os passistas de frevo.
A FORÇA DA CAMISA AZUL
Nas aulas do Projeto Frevo na Praça, já foi possível observar que os professores dos Guerreiros do Passo, utilizam nos seus encontros semanais no bairro do Hipódromo...
MAX LEVAY REGISTRA OS GUERREIROS DO PASSO
O pernambucano Max Levay, profissional de reconhecido talento da arte da fotografia, fez um bonito registro dos Guerreiros do Passo no último mês de março. O artista produziu...
FOCO NO APRENDIZADO
Hoje em dia a busca por um melhor condicionamento na arte desenvolvida pelos famosos passistas de frevo, tem levado alguns praticantes a sair por ai pulando de aula em aula...
Eita povo animado!
Uma tarde onde o Frevo reinou e mandou na Praça.
Mais um encontro com o nosso ritmo foi motivo para levar diversos passistas ao Projeto Frevo na Praça neste sábado, dia 20 de julho. Além dos tradicionais participantes, o dia foi a ocasião de receber visitas ilustres e amigos residentes em outros estados do país, como é o caso da capixaba Deia Carpanedo e de Kátia Frevo do Sergipe. Veja algumas imagens.
Frevo na cabeça e no pé
Mais uma vez o Frevo será
a grande atração neste final de semana na Praça do Hipódromo (20/07). Os Guerreiros do
Passo estarão à disposição mais uma vez para levar exercício cultural e prática
saudável aos seus ilustres participantes. A oficina começa às 15 horas. É
GRÁTIS.
Este Projeto tem o Incentivo
do Funcultura e do Governo do Estado de Pernambuco.
Secretaria de Cultura do Recife desconhece Encontro de Salvaguarda do Frevo
Em entrevista na Rádio CBN na
tarde do dia 08 de julho, a Secretária de Cultura do Recife, LEDA ALVES, juntamente com o
presidente da Fundação de Cultura, Roberto Lessa., ao responder a
pergunta de um ouvinte (o ouvinte é Eduardo Araújo), afirmaram
que desconhecem a existência
do 2° Encontro de Salvaguarda do Frevo realizado no mês de abril.
Escute alguns trechos da entrevista em que os representantes da Prefeitura falam do assunto.
A entrevista completa está disponível em: Rádio CBN Recife
Guerreiros botam pra ferver!
Retorno das aulas do
Projeto Frevo na Praça levou diversos passistas a Praça do Hipódromo neste
último sábado, dia 06 de julho. Os Guerreiros iniciaram com grande entusiasmo as atividades do
segundo semestre de 2013, num indicativo que os próximos encontros deverão ser ainda
mais movimentados. Todos os sábados às 15 horas e nas quartas às 19 horas, o grupo oferece as oficinas gratuitas. Participe você também!
O Frevo está de volta! Guerreiros do Passo retornam com suas oficinas
Neste sábado com greve de ônibus ou não, os Guerreiros
do Passo darão inicio as atividades do segundo semestre do Projeto Frevo na
Praça no bairro do Hipódromo. A partir das 15 horas, os professores do grupo
estarão à disposição de todos para conduzir os trabalhos com bastante energia,
alegria e muito frevo no pé. Contamos com sua a presença!
Serviço:
Projeto Frevo na Praça - Guerreiros do Passo
Local: Praça Tertuliano Feitosa - Hipódromo
Dias e horários: Todos os sábados às 15 horas e quartas às 19 horas.
Despertamos do berço esplêndido
É, parece que a nação brasileira
acordou mesmo. Mas com uma diferença. De
repente os políticos viraram mote para plataforma de indignação de
todo brasileiro insatisfeito com a falta de investimentos sociais,
aumentos de passagens e uma série de outras importantes demandas que
tradicionalmente são desrespeitadas no nosso país. E
nas redes sociais não é diferente.
Desta vez, nossos revolucionários não
estão engajados por temas exteriores e nem sendo levados por discursos de uma ilusória
paz mundial ou pelas injustiças praticadas contra o povo palestino. Apesar de serem legítimas,
as questões externas não tocavam na sinceridade da opinião pública e não se constituíam
como fortes motivadoras dos anseios locais, figurando mais como um costume de alguns dos nossos
jovens em querer entrar na onda dos outros, numa mania brasileira de sempre viver
a imitar a moda de fora. O momento presente nos indica que o tempo de alienados se
foi. Será? Passamos um longo período preocupados com os queixumes de
lá, e tínhamos esquecido da precariedade dos serviços públicos de cá, e da má
gestão dos recursos administrados pelos nossos governantes.
Espero que a luta não esmoreça logo depois da empolgação do momento, desejando
que sejamos fiéis partícipes dos levantes iniciados no sul, mostrando que no Nordeste também existem muitos
mais motivos para reivindicar. Aproveitemos a grande mídia
que se encontra no país pelo advento da Copa das Confederações, e mostremos que
aqui, além de futebol, carnaval e coisa e tal, também corre sangue insurgente
nas veias do povo.
Tenhamos consciência que falta muita coisa, é apenas o início. Mas, finalmente estamos começando a
fazer a tarefa de casa.
Eduardo Araújo
Passistas buscam novas oportunidades com os festejos juninos
Atualmente estamos assistindo vários artistas do frevo
migrando para as quadrilhas juninas. Coreógrafos, dançarinos e carnavalescos de
esferas distintas buscam um território mais propício para suas habilidades
profissionais. E os passistas? Acostumados com a procura da notoriedade pessoal
e de um maior destaque em suas exibições individuais, como estão lidando num
universo cultural onde o segredo do sucesso é o coletivo? Administrar egos num
ambiente onde o conjunto é o elemento fundamental parece ser um grande
desafio.
Talvez por serem polivalentes e de grande capacidade
artística, possam transitar por caminhos outros que não sejam aqueles que foram
responsáveis pelo início de sua vida coreográfica. Ou quem sabe, um indício de
uma conformação de suas frágeis aptidões, ou ainda, uma saída para o “mesmificado”
mundo da dança local.
É importante frisar que não importa os motivos que faz alguém escolher essa ou aquela direção. Acredito que ninguém esteja errado por isso. O negócio aqui é fazer uma reflexão sobre o novo comportamento e os componentes motivadores dessas novas escolhas. Trabalhar e se manter artisticamente numa cidade com índices de apoio cultural tão insignificantes, possa ser um fator preponderante para o fenômeno.
Do mesmo modo, não podemos desprezar a inclinação espontânea de certos indivíduos em querer aventurar-se por caminhos múltiplos, sem pretender dedicar-se exclusivamente a uma única vertente da dança. Muitas vezes, alguns nem gostam de serem chamados de passistas, e creio que o façam não propositalmente, mas, imagino que seja uma negação involuntária de uma condição que tenderia a diminuir a sua apreciação como um bom profissional. Até o termo “dançarino popular” tem sumido, optando muitas vezes pela denominação de bailarino. Uma pena, pois vi muitos que estão ai principiando como passistas, e hoje, estando numa situação mais favorável, não demonstram absolutamente nenhum orgulho disso, preferindo a expressão em moda, por achar que a mesma se acomoda melhor ao conceito de um verdadeiro artista e adaptável às novas oportunidades que possam surgir.
Diferentemente de outros, reconheço alguns que têm satisfação imensa em ter nascido no mundo da dança como passista, e mesmo que enveredem por caminhos diferentes, serão sempre ferrenhos defensores a exaltar a natureza da sua origem.
Enquanto isso, entendo que é cada vez mais inviável construir uma história sólida nas manifestações populares, com artistas em busca de novas experiências e donos de habilidades admiravelmente tão diversas, porém, incapazes de prestar especial dedicação a uma única arte. Consagrar num futuro próximo “mestres da dança” também parece ser uma tarefa quase irrealizável. Em dado momento são “quadrilheiros”, em outro, brincantes de pastoril, atores da encenação da paixão, e assim vão, navegando em cada onda que aparece, até chegar o próximo carnaval.
Eduardo Araújo
O Brasão dos Guerreiros do Passo
Conheça uma
particularidade especial da marca do grupo
O símbolo que representa uma sombrinha de frevo na marca dos Guerreiros do Passo, vem chamando a atenção e produzindo certa
estranheza naquelas pessoas que não estão acostumadas com o desenho pouco habitual do instrumento principal do passista.
Como foi muito bem explicado no Conceito da Marca, disponível aqui no blog, a identidade visual dos Guerreiros, além de ter sido idealizada com elementos característicos do nosso ritmo, levou uma forte influência da Praça do Hipódromo, tendo recebido a reprodução de uma ilustração existente na pavimentação da mesma.
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| Imagem da ilustração antes da reforma da Praça do Hipódromo Foto captada pelo Google Street View em janeiro de 2012 |
Como foi muito bem explicado no Conceito da Marca, disponível aqui no blog, a identidade visual dos Guerreiros, além de ter sido idealizada com elementos característicos do nosso ritmo, levou uma forte influência da Praça do Hipódromo, tendo recebido a reprodução de uma ilustração existente na pavimentação da mesma.
O designer JORGE HOPPER, quis vincular simbolicamente este
fragmento gráfico na identidade visual do grupo, visto que a Praça representa grande importância
e carrega valiosa estima por todos que integram os Guerreiros do Passo. A vinheta,
como é chamada pelo profissional criador, é uma ilustração originada das famosas
“calçadas de pedras portuguesas”, e sua implantação na nossa cidade remonta às
primeiras décadas do século XX, quando o Recife passava na época por uma
reforma urbanística. As gravuras exibiam temas diversos, muitas delas alusivas à
formas alegóricas da história clássica, disponibilizadas num verdadeiro museu a
céu aberto.
| Calçada do Parque Treze de Maio |
E a Praça Tertuliano Feitosa (conhecida como Praça do Hipódromo) também passou recentemente por uma desrespeitosa ação de descaracterização do seu Projeto arquitetônico. Com a reforma realizada na Praça em 2012, a Prefeitura do Recife, na gestão do prefeito João da Costa, alterou o projeto original dessa ilustração no piso do lugar, inserindo um gráfico diferente do anteriormente colocado. O fato lamentável passou despercebido pela comunidade e nem sequer provocou alarido perante àqueles que deveriam salvaguardar a memória cultural do nosso povo.
Graças a alguns registros fotográficos, foi possível recuperar a imagem do formato antigo da vinheta, e com isso, podemos eternizá-la aqui, já que a Prefeitura não o fez na prática. Como demonstração, disponibilizamos outras figuras que ainda estão expostas nos calçamentos do centro da cidade, inclusive, algumas bem parecidas e outra idêntica a que foi utilizada na marca dos Guerreiros. Ela fica na calçada que circunda a Câmara de Vereadores do Recife.
| Calçada da Câmara Municipal do Recife - Novembro de 2011 |
O carnaval do Recife, intimamente ligado às
agremiações pedestres, foi construindo sua história através desses calçamentos e
sobre os paralelepípedos impregnados de confetes e serpentinas de glórias, traduzindo a base de
todas as nossas tradições culturais. Ali passaram cortejos triunfantes e
passistas inesquecíveis escreveram suas biografias sob delirante euforia momesca.
E tudo isso agora passa a existir poeticamente no coração e na alma de todos os
Guerreiros do Passo, simbolizado por um “Brasão”, um “selo de originalidade”, que
em conjunto com o todo da marca, nos conduzem a uma composição visual única, surpreendente
e absolutamente com a cara do Frevo pernambucano. Viva o Guerreiros do Passo!Eduardo Araújo
Guerreiros do Passo divulgam sua nova marca
Depois de um trabalho de pesquisa criterioso do seu criador e de
algumas consultas realizadas ao público, os Guerreiros lançam neste
momento sua comunicação visual.
A nova identidade visual
proposta para o grupo apresenta os símbolos e as cores que reúnem conceitos modernos da arte visual e aspectos característicos do autêntico
frevo pernambucano. A aparência inovadora traz na sua feição a marca da
qualidade no fazer cultural do grupo, concebida com o auxílio de um
profissional experiente e reconhecido do designer gráfico do Estado.
Jorge Hopper, diretor
de criação da Agência Iris, soube exprimir de forma apropriada os elementos que
em conjunto refletem a originalidade e toda a energia acumulada do grupo com a dança do frevo, sem alterar em nada a hegemonia dessa
turma boa que tradicionalmente vem carregado nas veias o amor pela cultura
principal do nosso povo. Os tons escolhidos para representar a marca são azul
e o branco.
A partir de agora, os
Guerreiros do Passo terão sua comunicação visual baseadas nos conceitos
descritos a seguir.
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CONCEITUAÇÃO DA MARCA
A identidade visual
proposta para os Guerreiros do Passo usa como elemento básico para sua
concepção o movimento, tanto do corpo quanto do conjunto dos passistas de frevo
e na fluidez característica do ritmo. Uma vinheta como elemento gráfico traz a
particularidade da Praça do Hipódromo ao desenho final.
A intenção é que, ao se
olhar a marca, se tenha a impressão de ver o frevo acontecendo, o passista que
se destaca, a multidão aglomerada e a “algazarra” nas ruas. Quase como se fosse
possível ouvir um frevo ao observá-la.
A fluidez do conjunto
só é interrompida pelo desenho da vinheta que faz às vezes de sombrinha. A
ideia aí é destacar um elemento gráfico existente no piso da Praça do
Hipódromo, a origem do grupo, o seu berço, a sua base. A sombrinha é, portanto,
o “brasão”, o selo de originalidade dos Guerreiros do Passo.
A ideia de uma
sombrinha com desenho próprio, exclusivo, irá auxiliar na diferenciação com
outros grupos e instituições que costumeiramente usam o tradicional instrumento
do passista como representação. Será a “sombrinha dos Guerreiros”.
A marca procura atender
também à necessidade de se adaptar às inúmeras formas de uso, como também a
facilidade de reprodução. Os elementos podem ser usados até mesmo soltos,
formando estampas e em tons diferentes, de acordo com o momento e as ações do
grupo. Portanto, numa apresentação para o evento da Copa do Mundo, por exemplo, as cores podem ser adaptadas às da bandeira do
Brasil. Porém, em materiais institucionais como sites e documentos oficiais, as
cores deverão ser as da versão original (azul e branco).
A nova marca vem para
transmitir a liberdade, a distinção, a alegria e a força dos Guerreiros do
Passo.
JORGE HOPPER DESEGN GRÁFICO/PUBLICIDADE
















